Hello beloveds!
Pois é, chegou a altura de celebrar... Mas porquê?
Porque é que nesta altura nos alegramos e trocamos prendas?
É apenas consumismo?
Todos os feriados são decretados devido a algo importante que aconteceu na história, então o natal não pode ser só uma tradição que alguém iniciou. Vai muito além disso, é muito mais importante.
Ainda que não haja certezas do dia ou mês exacto em que aconteceu, é no natal que celebramos o nascimento de alguém... Alguém muito importante.
Bom... o nascimento de um bebé afecta quem está à sua volta, ligado a ele. Trazendo alegria, amor, etc.
E quanto mais não fez o nascimento do nosso Salvador!
Quanta alegria?!
Mas o seu nascimento não afectou só um grupo restrito de pessoas. O seu nascimento marcou o mundo, tanto que mesmo quem não crê é constantemente confrontado com a realidade de que Ele, de facto, nasceu há cerca de 2000 anos atrás.
Mesmo duvidando a verdade é que até os nossos calendários marcam o nascimento de Jesus.
Ainda que a data não esteja certa, os anos estão. E ninguém refuta isso.
Se nos perguntarem em que ano estamos, iremos responder rapidamente "2018".
Mas 2018 desde quê? Desde quando? Desde quem?
Porque tanto quanto se sabe a terra já existe há bem mais que 2000 anos... Inclusive para outros povos/religiões os seus calendários marcam muitos mais anos.
No entanto o único calendário universal, que todos têm e pelo qual o mundo é regido, até a nível económico, é este que nos diz que há 2018 anos atrás nasceu em Belém, o Messias.
E afectou para sempre o mundo e mudou a vida dos que se encontravam com Ele, e continua a fazê-lo.
Um dos meus relatos preferidos da bíblia referente ao nascimento de Jesus é o que conta a história de um velhinho que aguardava ansiosamente o cumprimento de uma "promessa" do Senhor, algo que o Espírito Santo lhe tinha revelado. E viu essa promessa cumprida num bebé. A promessa de ver Aquele que traria a salvação ao seu povo.
"Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele.
E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor.
E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei,
Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse:Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra;Pois já os meus olhos viram a tua salvação,A qual tu preparaste perante a face de todos os povos;Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel.E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam.E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado" - Lucas 2:25-34
Jesus era um bebé, Jesus foi um bebé!! Algo tão óbvio e ao mesmo tempo tão impactante. Simeão e a profetisa Ana reconheceram-no e alegraram-se. Mas será que todos tinham essa noção?
Simeão segurou em Jesus!!!! Talvez para vocês caríssimos leitores isto seja algo perfeitamente normal, porque afinal Jesus era um bebé, claro que iam pegar-lhe ao colo! Mas na minha mente "extremamente divagadora" fico a projectar toda uma longa metragem sobre a infância de Jesus.
Jesus precisou dos cuidados de um pai e de uma mãe. Jesus recebeu, com certeza, muitos beijinhos, e muitos apertos de bochechas.
Mas quantos sabiam que estavam a apertar as bochechas do seu Salvador?
Será que eu saberia?
Será que eu iria olhar nos olhos daquele bebé e saber que a minha vida seria para sempre marcada por Ele? Não por ele ser muito fofinho ou por ter sorrido para mim ou por ter adormecido ao meu colo, mas porque ele iria morrer por mim para me salvar!
Simeão e Ana viram um recém-nascido. Não viram o seu ministério, não o viram curar enfermos ou expulsar demónios. Também não o viram ser açoitado ou pregado numa cruz. Não viram o túmulo vazio, nem tiveram a possibilidade de ler sobre tudo o que Ele fez (Evangelhos).
Mas para eles foi mais do que suficiente, pois eles tinham a certeza que aquele bebé era Jesus Cristo, mesmo sem que ele soubesse dizer uma única palavra.
Hoje em dia temos tantas provas, a Biblia, a contagem dos anos desde Jesus, os livros de história que relatam todos os séculos seguidos de a.C. ou d.C.. E ainda continuamos na duvida. Mas mesmo assim celebramos o seu nascimento!
Apesar de nesta altura sermos relembrados do "menino Jesus" é bom que saibamos que Ele não ficou para sempre um bebé.
E, ainda que seja Ele o aniversariante somos sempre nós os presenteados. Não só porque trocamos prendas com os nossos familiares e amigos, mas porque Ele se entregou por nós, e assim recebemos o maior presente de sempre: a Salvação.
E como se não fosse suficiente, todos os dias o Senhor presenteia-nos com graça, amor e misericórdia.
Feliz Natal!
x
AC

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